De uma observação dentro do hospital a uma metodologia replicável.
O Dr. Leonardo Alexandre Cruz se formou em Medicina em 2015 e iniciou a residência de Psiquiatria no Brasil em 2016. Em 2018, durante o terceiro ano de residência, fez seu primeiro observership no Texas Medical Center, em Houston. Foi nesse período que conheceu Neha, sua atual esposa e cofundadora da escola, que na época era estudante de medicina nos Estados Unidos.
No ano seguinte, acompanhou de perto a application de Neha para residência americana. Percebeu algo que mudou sua visão sobre o processo: candidatos americanos tomavam decisões estratégicas que simplesmente não circulavam entre médicos internacionais. Eram prioridades diferentes, abordagens diferentes, uma lógica de candidatura que IMGs não tinham acesso.
“E se eu aplicar como um americano?
Concluiu a residência no Brasil em 2019 e testou a abordagem na própria candidatura. O resultado: 18 convites para entrevista em Psiquiatria. Um número que confirmou que o método importava mais do que a origem do diploma.
Nos anos seguintes, ensinou esse método para outros médicos brasileiros. Os resultados se repetiram: taxa de match de 93%, com aprovações em especialidades e programas ultracompetitivos por todo o território americano. A Escola Médico na América nasceu dessa percepção — criar a estrutura que ele gostaria de ter tido, e colocar ao lado de cada médico as pessoas e ferramentas certas para conduzir esse processo com clareza e segurança.
Desde o primeiro ciclo, a escola opera com uma premissa que nunca mudou: o que funciona permanece, o que não funciona é ajustado. A revisão constante da metodologia não é um detalhe operacional — é parte central de como a escola trabalha.
